Previsão de demanda no restaurante: quanto preparar, comprar e escalar

Previsão de demanda no restaurante reduz desperdício e falta de produto. Veja como usar o histórico de vendas para comprar, produzir e escalar melhor.

Pessoa analisando gráficos de vendas em um tablet

A previsão de demanda no restaurante é a forma de acertar a mão entre comprar demais, o que gera desperdício, e comprar de menos, o que gera prato esgotado e cliente irritado.

Não precisa de ferramenta complexa para começar. O histórico de vendas da sua casa já guarda a maior parte da resposta.

Previsão de demanda no restaurante: comece pelo histórico de vendas

Separe as vendas por dia da semana, horário e prato dos últimos meses. Segunda-feira e sábado raramente se parecem, e o almoço de terça é diferente do jantar de sexta. A média de cada dia da semana já é uma previsão melhor do que a média do mês inteiro.

Exemplo ilustrativo: se nas últimas seis sextas você vendeu, em média, 80 unidades de um prato, comece a planejar a próxima sexta com 80 e uma pequena margem de segurança.

Esse cuidado reduz os dois problemas ao mesmo tempo. Você compra menos insumo que vai vencer e evita o prato esgotado no meio do serviço. O resultado aparece no CMV, no desperdício e na satisfação de quem chega para comer e encontra tudo o que está no cardápio.

Some o que muda o movimento

Depois da média, ajuste conforme o que pode mexer com a demanda:

  • feriados e fins de semana prolongados
  • jogos e eventos na região
  • clima, que muda o consumo de bebidas e pratos
  • promoções e campanhas que você mesmo fará

Observe também a sazonalidade do seu ponto, que varia de acordo com a cidade e o perfil do cliente.

Não esqueça de anotar os dias atípicos, como chuva forte ou falta de energia, para que eles não distorçam a média dos dias normais.

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Transforme a previsão em decisão

A previsão serve para três decisões práticas. A primeira é a compra: com a demanda estimada, a gestão de compras define o que pedir e o que dispensa. A segunda é a produção, para preparar só o que vai sair. A terceira é a escala, que coloca mais gente nos horários de pico e menos nos vazios.

E a inteligência artificial?

Ferramentas de inteligência artificial fazem essa previsão de forma automática, cruzando vendas, clima e calendário. Elas funcionam melhor quando o histórico é organizado e completo. Por isso, o primeiro passo é sempre o mesmo: registrar as vendas direito.

Compare todo mês a previsão com o que aconteceu. A diferença entre as duas é o que ensina a próxima previsão a errar menos.

Comece com um único prato ou categoria, como a bebida mais vendida. Quando o método funcionar, estenda para o resto do cardápio e para a escala da equipe.

E se o seu histórico de vendas já estivesse pronto?

Prever bem depende de ter o que vendeu, quando e quanto, sem buraco nem erro.

O problema que ninguém vê na hora de comprar

As vendas ficam em vários lugares e ninguém tem tempo de juntar tudo para olhar o padrão da semana.

Se isso soa familiar

Você compra pelo costume, sobra insumo num dia e falta no outro, e não sabe quanto isso custa por mês.

Como o Jiffy entra nessa conta

O Jiffy guarda suas vendas por dia, horário e item, com relatórios prontos para consulta. Você usa esse histórico para comprar, produzir e escalar com menos achismo.

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